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Abre a-
las que eu vou –
ferrar com tudo!

[
No céu, fechou-se
a fechadura. No orbe
abriu-se a
usina Furnas.
]

III. EPÍLOGO.
O CARNAVAL DO „TUDO IGUAL“

O DECORO:
Uma peixeira – um
preá. Sua princesa –
impressionar.
com on-
ze dedos – Rachmanínov,
na casa dos Virguinsky.
Engravidar, ter
um menino.
Arrancar-lhe os den-
tes, pro colar.
Veio crescen
-do, porém, o seu
rebento e
- eis! Já quer tornar-se,
como o pai, um
presidente e reaver
den-
te por dente
e o enforcar em seu co-
lar!

BRUTUS:
Mas, ora pois, na-
da me impede,
quero ser rei! Sujar as
mãos do
assassínio? Limpar,
das mãos, o tédio!
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